sexta-feira, 24 de julho de 2009

This is the beginning

Bom, meus queridos amigos. This is the end.

Me diverti muito fazendo esse blog, mostrei um monte de coisas que eu gosto, escrevi e falei de várias outras. Coisas ruins, coisas boas, interessantes, nem tanto assim. Tipo a vida. A minha, mais especificamente.
Aprendi muito, que é o que importa.
Mas, como tudo que sobe desce, e água mole em pedra dura tanto bate até que fura, não pretendo mais atualizar o blog. Não tenho mais vontade, simples assim. Não que eu não tenha mais nada pra falar, pois tenho, e muito, só que esse já não é mais o canal apropriado.

Acho que esgotei a fórmula e já sou uma pessoa muito diferente desde a época em que comecei com isso, não me sinto mais representado por muitas das coisas que aqui são cláusulas pétreas.

Talvez meu post sobre reciclagem já fosse um sinal de que tava querendo fazer isso.
E também pra dar um tempo da internet.

Mas isso não é o fim de nada, é apenas o começo... ;)
Valeu do fundo do coração! I'll always be around! GRANDE ABRAÇO



http://letras.terra.com.br/the-beatles/179/


"Não há nada como voltar a um lugar que está igual e ver o quanto você mudou" - alguém inteligente


Marcelo

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Zona de conforto

Qual o valor de colocar coisas fora? Digo objetos mesmo, fazer uma lavagem material. De tempos em tempos, mais tempo do que eu deveria, ou gostaria, faço isso. Levo uma baita lata de lixo ao meu quarto e coloco um monte de coisas fora. É sempre reanimador, por algum motivo qualquer.
Apego excessivo a quinquilharias é uma patologia classificável. Vem à mente: "acho que um dia eu vou precisar disso", não vai, joga fora. A linha entre o colecionismo e a acumulação bizarra é tênue.

Claro que não vou enquadrar pessoas interessadas por coleções trabalhadas como latinhas de cerveja importadas, selos, discos de vinil do Otávio Augusto (isso é outro problema, gosto discutível). Ter um hobby é saudável, te faz procurar coisas novas, o que é sempre importante. Tem uma coisa chamada "zona de conforto", é como uma sereia da estagnação. E não importa a posição social, profissional ou sejá la o que for em que se esteja, a "zona de conforto" está sempre à espreita. A doce voz da preguiça.

Enfim, reciclagem é o meu ponto.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

M.J.



A morte do Michael Jackson, o rei do pop, suscita algumas reflexões acerca dos ícones e ídolos.
M.J. deixou um legado semiótico absurdo (semiótica segundo a Wikipedia), uma herança simbólica comparável a Che Guevara, Beatles, Ghandi, Pelé e, pq não, Jesus Cristo! Mais regionalmente temos o Seu Madruga, Mussum.
Sua tragédia pessoal contribuiu pra consolidação do mito. Não fossem suas bizarrices ele seria "somente" um grande artista, absurdamente talentoso, mas sua aura não seria tão rica e as referências culturais em torno de si se restringiriam ao âmbito do showbiz.
M.J. é o perfeito estereótipo do gênio atormentado, a pessoa soterrada pelo mito que se tornou maior que si mesma, o indivíduo sugado pelo contexto.
Se ele vai pro céu ou pro inferno eu não sei, só sei que vai chegar de Moonwalk. O cara foi uma das figuras mais fascinantes do último século, respect. R.I.P.

sábado, 20 de junho de 2009

Ordem no Caos


Todo mundo já imaginou o Universo mais ou menos assim.
O caos é aparente pois não temos como nos distanciar o suficiente para perceber a repetição dos padrões. O infinito de dentro pra fora e de fora pra dentro, universos paralelos.

domingo, 7 de junho de 2009

Jung

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"

segunda-feira, 1 de junho de 2009

chega

Quase fecham os olhos, abrem
dedos dormem no teclado.

barriga quente.

chega.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Raimundos

E se ouvia muito Raimundos, e era bom!

"Palhas do coqueiro"


"Bê-a-bá"


"Andar na pedra"

terça-feira, 19 de maio de 2009

The Beatles - You've got to hide your love away

hey!

terça-feira, 12 de maio de 2009

Malluca Magalhães



Não que eu odeie a Mallu Magalhães, só acho o som chato, mas é que gosto muito de textos sarcásticos e apelativos. hehehehe

(só pra deixar claro, não fui eu que escrevi essas abominações sobre esta simpática e meiga senhorita)

Abaixo um texto que encontrei num blog, após digitar "Mallu Magalhães chata" no Google.
Divirtam-se.


Mallu Magalhães – até quando?

Em um fenômeno da empolgação que o brasileiro passa com a internet neste país, Mallu Magalhães virou praticamente case e símbolo do que é a rede: gente amadora produzindo conteúdo para gente amadora que não produz conteúdo.

Só que amadorismo tem limite: na internet é engraçadinho; em disco e na Globo, é constrangedor. E irritante.

Antes de mais nada, é bom entender como se construiu o “fenômeno” (ô palavra mais banalizada, sô…).

É muito comum em festas ou reuniões topar com o chato do violão. É aquele cara que arranha as cordas, mas faz uma pose que é só dele para tocar. Lendo as cifras na revistinha, claro. Sabe 2 acordes bem e 1 mal e porcamente, mas acredita ser um músico.

Todo mundo já estudou na escola com um metido a besta. É aquela pessoa que se acha mais profunda que as outras, passa longos momentos de reflexão no pátio durante o intervalo, usa roupas empresatadas da avó, acha que as instituições oprimem seu espírito livre, escrevem poesia rasteira nos cantos dos cadernos, adora fazer cara de conteúdo nas rodinhas de conversa, decora passagens de livros e joga aleatoriamente em conversas…

Pois bem, Mallu Magalhães é a combinação do chato do violão com aquela sua colega de escola metida à besta. Isso sim é um fenômeno: quando Deus a fez, passou camada extra de chatice. E tirou a alça dela, para ficar difícil de carregar.

O disco dela faz a gente pensar em quantas árvores foram derrubadas pra justificar o encarte de algo tão vazio. O pior é que chegou-se ao extremo das músicas do YouTube soarem melhor que no disco megaproduzido! O que não deixa de ser um feito…tá certo que com um material tão vazio, a diferença de falta de qualidade é medida no photochart. Não há salvação.

Mallu não canta, não compõe e não toca. A função dela é criar uma persona que desperta sentimentos nas pessoas que variam entre a pena e o desejo de cuidar. E não precisa mais do que isso para vender disco.

Por falar em pegar para cuidar, não podia passar em branco o namoro dela com Marcelo Camelo, que já deve ter assinado os papéis de adoção essa semana. Eu sempre acreditei que a Convenção de Genebra foi criada para impedir uniões como essa; é uma afronta a todos os sentidos. Imagino o terror que os amigos devem passar convidando o casal para jantar: uma amigo mala sem alça a gente agüenta; dois, ainda por cima um casal, é uma abominação…

Enfim, para quem acha que eu exagero quando falo da moça, vale o registro da entevista dela para a Rolling Stone (definitivamente o point editorial para gente chata e pretenciosa se encontrar, dando entrevista ou escrevendo reportagem). É comovente:

Foi semana passada, só que não consegui fazer algumas. A de química, deixei em branco. Fiz um desenho conceitual, daí tirei zero. A de física, eu nem tentei, só escrevi um poema. Daí eu falei pro professor que não estava conseguindo fazer, que não tive tempo de estudar e estou com dificuldade em lidar com a pressão das provas. Meu sangue está realmente desinteressado. Minha memória é muito seletiva, minha cabeça é voltada para outros pensamentos, e não para conceitos impostos. E estou com dificuldade em lidar com o elemento autoridade.

Enfim, esse é o resumo de Mallu Magalhães: acha que tudo se resolve com frases feitas, poesia de mictório e carinha de cachorro sem dono. Compra quem quer.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

O Rei Leão

Sequência de abertura do Rei Leão, o último clássico old style da Disney!

Foi o primeiro dos 32 longas da Disney até então a ser desenvolvido a partir de um argumento original, sem se basear em fábulas.

A apresentação do universo do filme é uma das minhas preferidas seja em animação ou não, O Rei Leão transcende isso, é um filmaço.

Obs: o sol só se abre para Simba e Don Elias Figueroa.

P.S.: Eu ia corruptamente esconder o fato de que foi plageado de "Kimba", um anime japonês, mas um leitor atento não me deixou mentir descaradamente por eu ser um fã do Rei Leão. A trama também foi chupada de Hamlet. Maldito filme sem méritos. A verdade sempre prevalece.

TINTIN


Abertura do Tintin, um clássico dos desenhos animados.